Em entrevista, ex-deputado fez balanço de obras estruturantes na capital e defendeu atuação técnica e de governabilidade no Rio de Janeiro
O ex-deputado federal e pré-candidato ao Senado, André Moura (União Brasil), realizou um balanço detalhado de sua trajetória política e detalhou suas credenciais para a disputa eleitoral deste ano. Em entrevista ao jornalista Luiz Carlos Focca, na Rádio Metropolitana FM, na manhã desta segunda-feira (8), ele unificou a prestação de contas de seu mandato em Sergipe à sua recente experiência na gestão pública do Rio de Janeiro.
André Moura relembrou o volume de investimentos federais viabilizados para o estado durante seu período como líder do Governo Federal no Congresso Nacional — posição que utilizou para abrir portas e garantir recursos históricos. Ao todo, foram destinados mais de R$ 800 milhões para Aracaju e cerca de R$ 2,4 bilhões para os municípios do interior. “Muitos não conseguiam visualizar o tamanho da transformação quando anunciamos esses recursos no passado. Hoje, basta percorrer Aracaju para ver os canais do Augusto Franco e do São Carlos concluídos, o recapeamento da Coroa do Meio e da Rua da Frente, e a urbanização completa nos bairros Santa Maria e 17 de Março. A vida das pessoas mudou na prática”, afirmou.
Questionado sobre sua atuação fora de Sergipe, André Moura explicou que sua permanência por mais de sete anos em funções estratégicas no Governo do Estado do Rio de Janeiro — onde atuou como secretário de Governo, de Transportes e de Representação em Brasília — funcionou como um teste de alta complexidade que consolidou sua capacidade de governabilidade. O pré-candidato rebateu as investidas da oposição sobre o período em solo fluminense, classificando as tentativas de desgaste como puramente eleitorais.
“Fui para o Rio cumprir uma missão profissional de articulação e captação de recursos. Não havia projeto político pessoal lá”, diz o pré-candidato, que foi o secretário que permaneceu por mais tempo na gestão estadual fluminense,, atravessando diferentes momentos políticos devido à sua capacidade de diálogo. “Todas as tentativas de criar narrativas políticas contra mim foram arquivadas ou afastadas pelos órgãos competentes. Nada tira o meu sono em relação ao trabalho idôneo que realizei no Rio”, completou.
Para André Moura, a soma do DNA realizador demonstrado em Sergipe com a bagagem de ter gerido crises na segunda maior economia do País o credencia diretamente para uma vaga no Congresso Nacional. Pode ter certeza de uma cosia: levo comigo a experiência de quem ocupou funções de alta relevância, dialogou com os principais centros de decisão do Brasil e sabe como destravar orçamentos. Toda essa musculatura política está agora a serviço de Sergipe para os desafios que teremos a partir do próximo ano”, concluiu.