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“Não cabe ataque em palanque”, diz André Moura sobre sucessão em 2026

14/06/2025

As falas do pré-candidato ao Senado e ex-deputado federal André Moura durante entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan, reforçaram sua confiança na condução do processo sucessório por parte do governador Fábio Mitidieri e a defesa de uma campanha baseada em propostas e resultados. Moura destacou que o segundo nome ao Senado deve ser alguém comprometido com Sergipe e capaz de atuar efetivamente em Brasília, viabilizando recursos e soluções. 

Já declarado como o primeiro nome da base para o Senado, André  disse que diante das várias opções que Fábio tem, acredita que ele fará a melhor escolha. “Feliz é o técnico de uma seleção quando tem várias opções. O governador já escolheu seu primeiro pré-candidato a senador, mas sei que ele vai ter o jogo de cintura necessário para escolher, como segunda opção, quem verdadeiramente vai contribuir com Sergipe a partir de 2027 no Senado, não alguém que estará lá só pra fazer discurso, apontar dedo e criticar. O senador tem que legislar, buscar soluções e, principalmente, ir aos Ministérios, abrir portas, levar Sergipe consigo e viabilizar recursos para o estado”, afirmou.

Ao ser questionado sobre a possibilidade de dividir palanque com o senador Alessandro Vieira, que o tem criticado publicamente, André foi direto: “Espero que, se isso acontecer, seja com respeito. Porque se não for, não cabe os dois no mesmo palanque. E o governador vai ter que optar: ou André Moura, ou Alessandro Vieira. Eu quero uma campanha feita no campo das ideias, com propostas e prestação de contas. Não cabe ataques. Isso não é o que o povo quer ver.”

André também relembrou a disputa ao Senado em 2018, quando compôs chapa com o pastor Heleno. “Naquele momento não houve ataques, mas também não houve entendimento. Todo mundo sabe disso. Resultado: perdemos os dois. Hoje, Heleno é meu amigo, tem uma relação extraordinária comigo e já declarou que sou o pré-candidato dele ao Senado. Mas aprendi que, se for pra estar em um palanque com embate interno, eu prefiro não estar. Porque isso prejudica tanto a mim quanto ao segundo nome e toda a chapa. E quem tem que conduzir esse processo, mantendo todo mundo alinhado, é o governador Fábio”, concluiu.

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